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Copo Reutilizável do Roteiro Baby: como ganhar seu BRINDE

 

Este Roteiro Baby fez 1.000 (mil) copos reutilizáveis de para dar de PRESENTE para vocês, nossos leitores!

Nós amamos Brasília, amamos ações que valorizam e preservam a nossa cidade e por isso surgiu esta idéia: nós desejávamos presentear vocês, mas ao mesmo tempo, queríamos fazer algo com propósito (sempre!), que valorizasse o nosso trabalho.

Portanto, incentivar nossos leitores (e suas crianças) a cultivarem o hábito da reutilização é uma bandeira nossa e vocês vão entender mais sobre a importância urgente disso na matéria a seguir, retirada do site www.biocopo.com.br, que oferece copos e canudos biodegradáveis em Brasília:

Práticos e baratos, os descartáveis conseguiram um espaço na rotina que muitas vezes passa despercebido. Seja no cafezinho rápido durante o trabalho ou o canudo do refrigerante do almoço, os materiais estão sempre presentes.

O resultado disso são mais de 400 toneladas de plástico retiradas por dia das ruas do DF pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU).

O tempo de uso é, em média, 60 segundos, mas o prazo que eles ficam no planeta até se decompor supera 400 anos.

O maior problema é a dificuldade de dar um destino correto aos materiais. No DF, só 15% de todo o plástico recolhido pelo SLU é reciclado, devido ao baixo preço de mercado. Enquanto a tonelada de alumínio custa R$ 2,5 mil e o de garrafas PETS, R$ 1,2 mil, o mesmo peso de descartáveis sai por cerca de R$350.

Hoje, o plástico representa de 60% a 80% de todo o lixo oceânico, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU). Estudo divulgado durante o Fórum Econômico Mundial de Davos mostra que, até 2050, existirá mais plásticos nos oceanos do que peixes.

O problema pode parecer distante do Planalto Central, mas, desde 2011, programas de limpeza do Lago Paranoá realizados pelo governo e pela iniciativa privada retiraram mais de 38 toneladas de lixo do principal corpo d’água do DF. Cerca da metade são plásticos.

Além disso, rodovias acumulam lixos jogados por motoristas. Muitas dessas estão localizadas próximas a córregos e nascentes que fornecem água não só para reservatórios de Brasília, mas de todo o país. O cenário atual e o ativismo de ambientalistas vêm fazendo com que o comércio passe por reestruturação, para um formato em que os descartáveis não terão mais vez.

O IMPACTO:

Os primeiros plásticos surgiram no início do século 20, e a explosão do uso, principalmente dos descartáveis, veio na segunda metade da década de 1950, provocada principalmente pelo baixo custo do produto. Hoje, um copo descartável custa, em média, R$ 0,02. Além dos problemas de decomposição, grande parte dos materiais são compostos de polipropileno e poliestireno, feitos a partir do refinamento do petróleo, recurso finito, que libera carbono durante a execução.

Um estudo de 2015 do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia (IFSP) Itapetininga mostrou que, para cada copo descartável produzido, são usados 500ml de água, mais do que seria gasto para lavar um copo de vidro na pia.

Além disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) levantou alerta de que o poliestireno, existente nos copos e canudos, ao serem submetidos ao calor, liberam o estireno, monômero tóxico apontado como cancerígeno.

No debate local sobre recicláveis, as promotorias de Meio Ambiente lutam pela implementação de políticas públicas que incentivem a diminuição de uso ou reúso. O promotor titular da 1ª Promotoria de Meio Ambiente do DF, Roberto Carlos Batista, conta que, no caso dos plásticos, o trabalho é focado, principalmente, na implementação da coleta seletiva.
“Com isso, o plástico deixará de ser misturado ao lixo orgânico, o que diminui o valor de venda. Precisamos de uma campanha a nível distrital para trazer atenção ao assunto”, explica. “Não se trata de um problema apenas ambiental, mas de saúde pública”, completa Roberto Batista.
Hoje, a coleta seletiva atende em torno de 54% do DF, segundo o SLU. São captadas cerca de 200 toneladas de lixo, das quais a metade é aproveitada para reciclagem. “A quantidade de plástico corresponde a mais ou menos 30 toneladas. O que tem mais valor são as garrafas pet, que praticamente não ficam nas cooperativas”, explica o diretor adjunto do SLU, Paulo Celso dos Reis. Para incentivar a prática, o órgão oferece subsídio aos catadores a cada parte de material vendida.
Segundo o órgão, 85% do plástico do DF vai para os aterros sanitários. “São produtos não biodegradáveis, ou seja, vão ficar séculos lá, decompondo. Se ele for colorido, a água da chuva ‘lava’ esse resíduo e a tinta vai para o meio ambiente. Temos um trabalho para tratar o solo e evitar isso, mas, com tanto resíduo, é um processo que vem ficando cada vez mais caro”, adverte Reis.
O SLU gasta, aproximadamente, R$ 2 milhões por mês para tratar o Aterro de Samambaia. “Essa quantia vem do enterramento do resíduo, cobertura com terra, tratamento do chorume, coleta e queima de gás”, explica o diretor.

No embalo dos biodegradáveis

A luta contra os plásticos descartáveis ganhou os holofotes no último ano. A comoção teve início pela internet com campanhas como a #RefusePlasticStraws (Recuse canudos de plástico, em inglês), focadas em mostrar o impacto do uso dos objetos na vida marinha. Em um dos vídeos da iniciativa, uma equipe de pesquisa retira um canudo preso no nariz de uma tartaruga.

Incentivadas pela comoção on-line, diversas marcas e empresas se juntaram à ação e estão substituindo os descartáveis das lojas. Em Brasília, o Correio encontrou 12 restaurantes, bares e lanchonetes que trocaram copos e canudos por materiais ecológicos ou biodegradáveis.

Os desafios, no entanto, são muitos. Segundo os empresários, alguns materiais biodegradáveis chegam a ser três vezes mais caros do que o mesmo produto em versão descartável. Um dos pioneiros no DF é o Na Praia. No último ano, após três meses de evento, menos de 5% dos resíduos produzidos foram levados para o aterro sanitário.

O principal responsável pela marca foi um trabalho que reduziu em quase 100% o uso de descartáveis. Internamente, foram adotados “copos ecológicos”, entregues no formato de caução.

“Avisamos que as pessoas podem trazer um copo de casa, mas, para aqueles que não puderem, oferecemos os nossos. O objetivo não é faturar, tanto que, se o cliente não quiser levá-lo, pode devolver e é reembolsado”, ressalta Eduardo Azambuja, diretor de Sustentabilidade do Na Praia.

Na edição 2019, o projeto trouxe ainda mais uma novidade: canudos biodegradáveis. “Até então, o canudo era a única coisa que ia para a mão do nosso cliente que não era consciente. Agora, temos esse produto, que se decompõe no meio ambiente em 30 dias. Todos os materiais que não podem ser reciclados no Na Praia, como canudo, pratinhos e guardanapos, podem ser jogados no lixo orgânico e, depois viram adubo, usado para plantar árvores na região do Descoberto”, revela.

Em junho, o Na Praia promoveu o Clean Up Day, no qual 80 mergulhadores retiraram lixo do Lago Paranoá. Nas duas primeiras edições, mais de uma tonelada de resíduos foram retirados do espelho d’água. A iniciativa é semelhante a uma ação da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), a Semana do Lago Limpo, que ocorre, anualmente, em setembro.

BRINDE DO ROTEIRO BABY: porquê escolhemos dar copinhos

Neste contexto, o BRINDE escolhido por este Roteiro Baby para presentear nossos leitores será 01 COPO REUTILIZÁVEL.

Mas atenção: o nosso copo é de plástico. Portanto, ele só pode ser considerado “ecologicamente correto” se quem ganhar realmente utilizar para evitar o uso de copos descartáveis. E, principalmente: se após a vida útil do nosso copinho (se e quando ele estragar) o(a) proprietário(a) fizer o descarte correto do lixo.

Sendo assim, pedimos que, POR FAVOR, só peguem o copo se a sua intenção for mesmo a de aderir à de colaborar com a diminuição do lixo plástico de Brasília.

BRINDE DO ROTEIRO BABY: como ganhar o seu

Vamos distribuir os copos em estabelecimentos parceiros de Brasília e, em cada um deles, haverá uma regra (muito simples) para que o cliente/leitor GANHE o copinho.

Neste momento, a oportunidades de ganhar o seu copo reutilizável do Roteiro Baby estão nos 03 (três) locais abaixo.

 

  • Farmácia PHARMAC (QI-13, Lago Sul): até 16/12/2019, troque 50 (cinquenta) tampinhas plásticas (serve qualquer tampinha que não contenha metal, como explicamos AQUI) por 01 copo. As tampinhas serão doadas para o Projeto Social PataNaTampa, que vende as tampinhas para a indústria de reciclagem e utiliza o renda em ações em prol de abrigos de animais.

 

  • Loja Brinquedos Sonhos Mágicos (Pier 21): em dezembro/2019, a cada R$99 (noventa e nove) reais em compras na loja, ganhe 01 copo por CPF. Mas atenção: para ganhar o copo, é preciso se apresentar como leitor e solicitar o copo no ato do pagamento!

 

  • Casa das Artes (102 Norte): crianças matriculadas em uma das quatro semanas disponíveis da Colônia de Férias de Dezembro/2019 do Centro Cultural da Asa Norte ou Taguatinga, ganham 01 copo. Mas atenção: para ganhar o copo, é preciso se apresentar como leitor e solicitar o copo no ato da inscrição!

1 Comentário

  1. Copo Reutilizável do Roteiro Baby: como ganhar seu BRINDE | Baby Blogs Brasil

    4 de dezembro de 2019 at 16:29

    […] Práticos e baratos, os descartáveis … Ver artigo completo no Blog […]

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