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Você quer mesmo ser mãe de uma princesa? “Sem se atentar ao simbolismo da palavra e aos valores que ela carrega, as mães, ao cultivar em suas meninas a identificação com as princesas, podem estar escravizando-as dentro de um modelo do qual elas próprias fogem. Princesas vivem encasteladas em um estereótipo de mulher muito subjugado, passivo e narcísico. Passam a vida à espera de seu príncipe encantado – que precisa ser belo, alto forte e rico — e são o que são por hereditariedade, não por mérito.

O “oversharing” e a segurança de nossas crianças.Temos que lembrar que TUDO o que publicamos na Internet sai do nosso controle, pois pode ser copiado, alterado, e usado contra nós (…)

Tome muito cuidado para não envergonhar seu filho. “Sabe aquela mentirinha boba que os filhos notam que a gente está contando? Sabe quando você xinga alguém no trânsito porque ficou com muita raiva de uma barbeiragem? Sabe quando seu filho acaba escutando que você não suporta alguém que você finge gostar? São coisas mesquinhas de adulto que os nossos filhos não deveriam ter como exemplo. E a gente vive fazendo perto deles.

O próximo texto não é especificamente sobre maternidade, mas vale muito a reflexão. O analfabetismo funcional (quando a pessoa sabe ler, mas não entende o que lê) é um problema seríssimo e muito atual no Brasil, e atinge todas as classes sociais. O texto se chama A escola não ensina a ler para questionar. “Temos falhas sérias na formação dos que têm a função de ensinar a ler. A escola não ensina a ler para questionar, ensina a ler para acatar.  Daí surgem os leitores com dificuldade para entender ironias, as entrelinhas.  E não adianta nada aulas com macetes, técnicas, dicas e truques. Isso não resolve o problema.

Além dos textos acima, reproduzimos em fevereiro textos ótimos que circularam em grandes mídias nacionais: “Carta a uma mãe que vai deixar o filho pela primeira vez na escola“, por Rita Lisauskas, e “Mainha me ensinou“, por Maria Rita.

Autoria de Mari Oliveira
Sou mãe, esposa, filha e irmã off-line. Tradutora, fã dos Beatles e mãe de primeira viagem on-line. No dia 13 de maio de 2011, ouvi Maria Betânia cantar e o obstetra repetir: “Você verá que a emoção começa agora”. Eles estavam certos!