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50 perguntas para pensar em você, do blog Tudo Sobre Minha Mãe.
Algumas perguntas são importantes, outras nem tanto, e não, pelo amor de Deus, isso não é um teste de internet. São apenas perguntas sobre você. E se ao pensar nas respostas de algumas delas você parar um pouco para se conectar com o que está acontecendo aí dentro da sua cabecinha, já valeu à pena ter perguntado.

Tô a fim de abdicar, coluna da atriz Denise Fraga na revista Crescer.
Mas a verdade é que dá, sim, vontade de chamar a mãe, a avó e até Nossa Senhora em pessoa, porque queremos sentar no chão e chorar como filhas, mesmo sendo mães.

Maria Eduarda, João, Pedro, José, Miguel, do blog Filosofinhas.
Agora tem um monte de gente reclamando no facebook das piadinhas, comentários de mau gosto, intrigas etc sobre a morte do Eduardo Campos. Como eu escolho meus amigos a dedo, ‘nunca vi nem comi eu só ouço falar’. Mas tem, né? Sempre tem, aos montes. E salvo o Miguel, que tem três meses de idade, em algum momento os filhos do Eduardo Campos vão topar com alguns dos comentários de má-fé que estão rolando por essas timelines de meu Deus. Não bastasse a dor de perder seu pai, estes quatro jovens terão que conviver com a dor de ver sua morte como mote para que um sem número de pessoas destile seu veneno, seu ódio, sua ignorância e insensatez por aí.

O que a escola ensina no campo sutil?, do site Cinese.
Na hora de optar por uma escola (se colocar na escola foi a escolha dos pais), o ideal é pensar que a família toda (e não só a criança), está entrando em uma nova comunidade – da qual deve fazer parte ativamente. Isso mesmo. Uma boa pergunta para os pais se fazerem é a seguinte: essa comunidade faz sentido para mim? Quero integrá-la, fazê-la crescer, evoluir? Aqui estão meus pares? Há uma base comum?

Terrible Twos – a minha criança de dois anos, do site Mundo Ovo.
(…) começamos pensando em nossos filhos como idealizados – ou seja, eles passam a representar o que fomos ou gostaríamos de ter sido ou, ainda, como gostaríamos que eles fossem. Quando cuidamos dos nossos filhos, também estamos querendo reparar nossa infância, os erros dos nossos pais, frustrações desnecessárias, ou desilusões necessárias em um tempo de fantasias — ou, contrariamente, repetir o que nos confortou em momentos de insegurança.

As crianças, os pais, a educação e a falácia do “deixar fazer o que quiser”, do site Uma Vez Mamífera
Só alcançaremos uma nova educação, libertária de fato, que realmente prepare para a autonomia, quando abrirmos mão dessa visão limitada que, inacreditavelmente, ainda é tão comum no século XXI: a de que a criança é um ser que necessita ser dominado, domado, domesticado, adaptado a aquilo que esperamos dela. Não, não é.

Autoria de Mari Oliveira
Sou mãe, esposa, filha e irmã off-line. Tradutora, fã dos Beatles e mãe de primeira viagem on-line. No dia 13 de maio de 2011, ouvi Maria Betânia cantar e o obstetra repetir: “Você verá que a emoção começa agora”. Eles estavam certos!