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Isabel Clemente é jornalista, mãe de duas meninas, e traduz o cotidiano materno em colunas sensacionais todo domingo na revista Época. O que mais dizer dela? Eu e Iza somos totalmente fãs, direto lemos um texto, mandamos por e-mail uma para outra e dizemos juntas: “nossa, como eu queria escrever assim!”. O texto escolhido este mês reflete muito o que eu e Iza pensamos sobre #educarcomcarinho:
Alternativas ao castigo e à recompensa para lidar com seus filhos
Parte preferida do post: “(…) táticas de coerção visam o curto prazo. (…) elas comprometem a relação entre pais e filhos, distorcem certas percepções da vida e transmitem a mensagem errada com o propósito de conseguir obediência.”

Na mesma linha #educarcomcarinho, Luzinete Carvalho, psicanalista apaixonada pela mente e pela alma humana e mãe de um menino de 3 anos e 9 meses, escreveu este mês para o Portal “Vila Mamífera” um texto muito sensato sobre “crianças que tiram os pais do sério”.
Seu filho te tira do sério? Isso é sério!
Parte preferida do post: “E as crianças, na verdade, precisam de muito pouco, é que o pouco que elas precisam é algo que se tornou muito difícil para nós, adultos! Elas precisam de tempo de qualidade, de olhar demorado, de presença verdadeira, sem TV ligada, sem atender o celular no meio da brincadeira, uma volta na pracinha sem um ‘anda logo’.”

Tais Vinha é mãe, escritora, ativista e palpiteira, autora do blog Ombundsmãe. E este mês este texto dela acendeu uma luz tão intensa na cabeça desta “mãe-de-primeira-viagem-com-filha-pela-primeira-vez-na-escola” aqui, que eu compartilhei no meu perfil do Facebook, no Twitter, mandei por e-mail para as amigas, e não poderia deixar de fora desta lista.
Meu filho, seu aluno. Seu filho, meu aluno.
Parte preferida do post:
“-Filhos ocupam uma posição privilegiada em nossas vidas. São o centro de nossas atenções e por mais que aprontem, jamais deixarão de ser nossos filhos. Já na escola, eles ocupam um lugar igual a todos os demais. O bom e velho ‘mais um na multidão’. Lá eles precisam se esforçar para manter as relações.”

(…) “-Que interessante! Vai ver é por isso que em casa eles se comportam de um jeito e na escola de outro, completamente diferente!”

“-Sim! Porque são socializações diferentes.”

Marina Fiuza é a autora do blog “Mãe Solteira Recém-Casada” e escreveu este texto extremamente carinhoso para uma amiga que anunciou gravidez, mas que emociona qualquer mulher, como ela descreve, “grávida de maternidade.”
O tempo de uma gravidez
Parte preferida do post: “Outro dia fui encontrar meu marido num happy hour e levei meus dois filhotes debaixo do braço. Sentei de frente para uma moça casada e sem filhos, que discursava muito animada sobre assuntos profissionais. Enquanto isso, meu bebê lançava olhares e sorrisos para ela, puro charme gratuito. A moça simplesmente não percebia. Estava absolutamente alheia àquela pequena presença de gostosura total. “Essa não está grávida”, logo pensei. Já meu marido, com um sorriso indisfarçável na cabeceira da mesa: grávido. Talvez ainda grávido do próprio filho que admirava.”

Autoria de Mari Oliveira

Sou mãe, esposa, filha e irmã off-line.
Tradutora, fã dos Beatles e mãe de primeira viagem on-line.
No dia 13 de maio de 2011, ouvi Maria Betânia cantar e o obstetra repetir: “Você verá que a emoção começa agora”.
Eles estavam certos!