47012_159219337579293_539205058_n

Como eu disse AQUI, eu precisei colocar a Júlia na escola antes do que gostaria, e não fugi à estatística: logo com 10 dias frequentando, ela ficou doente, com febre e tudo… Ela nunca tinha dado febre de mais de dois dias, e dessa vez  o pacote veio completo, ela estava com laringite.

Eu não acredito em coincidências, mas o fato é que uns dias antes dela começar a passar mal eu tinha tido conhecimento de um app criado por um casal aqui de Brasília para exatamente monitorar a febre do filho deles quando… ele adoeceu logo depois de entrar na escola (cenário clássico!). O FeverTrack , criado pelo Felippe Moniz e sua esposa Juliana, permite que a gente vá cadastrando a evolução da febre e as dosagens de remédios tomadas (e eu sou muito preocupada com febres, porque já convulsionei quando criança). A intenção é que os pais não precisem se preocupar com a pouca (ou nenhuma) praticidade de anotar dados tão importantes em pedaços de papel ou nas caixas dos remédios, centralizando o controle em um único local, que está sempre ao alcance da nossa mão: o celular.

À medida que a gente vai registrando as temperaturas, horários das medições, e  a medicação dada à criança a cada momento, o app cria um gráfico que permite uma visualização rápida da situação, e esses dados podem ser enviados por e-mail ao pediatra, que fica com um dado a mais para avaliar e medicar. É uma super mão na roda! O app está disponível apenas na App Store, por $0,99.

carimbo2_2

Autoria de Mari Oliveira

Sou mãe, esposa, filha e irmã off-line.
Tradutora, fã dos Beatles e mãe de primeira viagem on-line.
No dia 13 de maio de 2011, ouvi Maria Betânia cantar e o obstetra repetir: “Você verá que a emoção começa agora”.
Eles estavam certos!