Reflexões

10 razões para compartilhar a cama com seu filho

Há tempos quero escrever este post… Mas só hoje, depois da Bruna ter mais um sonho daqueles que me fazem ter certeza de que “eu amo compartilhar a cama com ela”  é que me lembrei de vir aqui, dizer isso pra vocês.

Explico: nessa noite, ela teve um sono agitado, mas em um certo momento, ainda dormindo, deu muitas gargalhadinhas fofas… E disse “mamãe” muitas vezes… Indicando que estava sonhando comigo e feliz com isso! Ai ai… E essa é uma daquelas horas que “faz tudo valer a pena”. Os chutes, a distância do marido, as dores de coluna e o cansaço por dormir meio mal e tal.

Mas é preciso explicar mais uma coisa. Inicialmente, eu não aderi a essa prática por opção ou convicção – mas foi por tudo isso que a mantive. Foi um acidente… E, depois que estava feito, eu encaro a coisa como “fazer do limão uma limonada”.

É que Bruna já dormia muito bem desde os 7 meses, de 21 horas até umas 6, quando mamava e voltava a dormir até 9 da manhã. Só que +- aos 7 meses, 4 dentes nasceram de uma vez só e, para piorar, ela pegou uma virosezinha. As noites ficaram bem cansativas e eu trouxe Bruna para minha cama ciente de aquilo podia significar “por muito tempo”, mas acreditando (sei lá porque), que ela poderia dormir comigo uma semana e depois voltar para o berço no quarto dela (que nesses dias difíceis parece ficar a quilômetros de distância de mim).

Batata! Esse é um dos muitos exemplos que tenho de que “ser mãe é um eterno cuspir pra cima”! Eu, que achava isso errado (o porquê eu nem lembro mais! Rs!), que achava que não ia fazer nunca, que concordava e temia o ensinamento da Tracy Hogg , que diz “comece do jeito que pretende continuar”… logo eu, me vi ali, dormindo com a filha na minha cama, entre mim e o marido, dos 7 meses até hoje #aos2.

E desde então, eu passei a procurar justificativas (para mim mesma, claro!) de que aquilo é bom pra nós (para nossa família)… E garanto: eu amo ter a Bruna na minha cama, todas as noites e estou certa de que isso não é um problema que deva ser evitado com tanto temor como é comum entre seguidoras das técnicas para o bebê dormir a noite toda e logo.

Também não estou aqui indicando a prática. Eu nem tenho tantos argumentos para convencer alguém a fazer ou deixar de fazer. Mas, para quem se vê nessa situação ou para quem está em dúvida sobre compartilhar ou não a cama, eu afirmo: vai sem medo! É delicioso e vale a pena.

Tem dias difíceis, claro – aliás, como tudo na maternidade, como tudo na vida! Não é nada agradável acordar de hora em hora com um chute nas costelas, no pescoço ou rosto… Também não é maravilhoso acordar numa poça de xixi porque a fralda vazou. Nem é excelente para o casamento ter uma mini intrusa entre papai e mamãe.  Mas, sinceramente, pra todos esses probleminhas existe solução e eles não pesam mais (pelo menos pra mim e meu marido) do que o sossego que a vinda da Bruna para meu quarto significa.

10 RAZÕES PARA COMPARTILHAR A CAMA COM A CRIANÇA:

– apesar de dormir meio mal com medo de machucar a criança ou porque ela se mexe demais, é menos cansativo que se levantar de madrugada para ver o que rola no quarto da criança ou para atender a algum pedido ou necessidade dela.

– é muito gratificante estar pertinho quando ela tem um sonho bom.

– é muito gratificante estar pertinho e poder confortá-la imediatamente quando ela tem um sonho ruim.

– é mais barato que montar um quarto de menina, com mini cama e tal, logo que a criança sai do berço.

– a certeza do bem-estar da criança que está próxima permite que os pais adormeçam profundamente (nem que seja nos intervalos de cada chute!)

– a criança dorme melhor porque se sente segura e protegida próxima dos pais.

– é um incentivo para o pai participar mais das necessidades da criança.

pesquisas comprovam que crianças que dormem em cama/quarto compartilhado tendem a ser – vejam só – MENOS medrosas e MAIS independentes do que aquelas que dormem sozinhas. Parte da explicação desse paradoxo vem do apego – bebês que dormem com os pais tendem a ser mais apegados às mães, e pesquisas mostraram que crianças que são mais apegadas exploram mais e são mais independentes que aquelas que não têm apego com os pais. Outra razão que associa a cama/quarto compartilhado a independência é que dormir perto do seu bebê gera uma sensação de segurança devido à resposta imediata durante períodos críticos: como eles são imediatamente tocados e confortados quando precisam (e muitas vezes nem chegam a acordar), eles aprendem que o mundo é seguro para eles.

– acordar no final de semana, entre edredon, fraldinha e cheirinho de bebê, ao lado dos amores da sua vida, não tem preço!

– é um método natural de planejamento familiar (risos) já que a criança ali, entre os pais, é uma ótima desculpa para os dias em que o marido está mais animadinho que você! (Quem nunca?! Mais risos!!!)

IMPORTANTE:

Existem regras a respeito de como fazer a cama/quarto compartilhado com segurança. Leia esse artigo para saber mais sobre esse assunto porque apesar de algumas dicas serem óbvias, outras podem surpreender quem deseja compartilhar a cama com segurança.

DICA DE LEITURA:

Dez razões para dormir perto dos seus filhos”, do Blog Maternar Consciente aqui; e texto retirado do livro “Soluções Para Noites sem Sono” aqui.

PEDIDO: E vocês?! Têm dicas sobre esse assunto? Acreditam ou têm exemplos para contar de que “a criança vai dormir com a mãe até 18 anos”?! Se alguém aí tem alguma dica sobre esse assunto, sobre como evitar a cama compartilhada ou sobre como aproveitar melhor essa situação… ou ainda sobre como sair dela quando a criança cresce, por favor, comente nesse post! Sua dica pode ser útil para muitas outras mães!

 

 

 

26 Comentários

  1. Liliane

    20 de janeiro de 2013 at 10:36

    Oi! Muito bom esse post … meu pequeno, hoje com 4 anos, dorme comigo pq qdo morávamos em são paulo meu marido viajava muito e eu me sentia mais segura o tendo mais perto de mim, caso algo acontecesse ele já estaria ali pertinho (morávamos em casa, então ligava o alarme trancava a porta e pronto).
    Depois nos mudamos para Londres e percebi que ele não estava se sentindo bem com toda essa mudança então resolvi continuar …. oq acontece hoje é que ele adormece no quarto dele sem problemas e no meio da madrugada vem para a nossa cama … eu não me importo, mas confesso q as noites são cansativas pois ninguém consegue dormir direito (a não ser ele). Mas algo me diz que é o melhor a fazer, o difícil é fazer o marido entender, considerando que homens não têm esse 6o sentido em relação as filhos :s
    e assim vamos seguindo … mas tenho certeza que em algum momento ele mesmo irá se sentir confortável o suficiente para passar a noite inteira sozinho em seu próprio quarto,
    beijo
    Li
    londrescomfilhos.blogspot.com

  2. Adriana

    20 de janeiro de 2013 at 18:12

    Ameiiiiii essa matéria!!!!

  3. Janynne

    21 de janeiro de 2013 at 09:16

    Olá! lindo post. Meu filhote dormiu muiiiito comigo, e ainda dorme as vezes. Ele tem 2 aninhos. Mas se eu coloca-lo na cama dele, ele continua la tranquilamente ate de manha. Acho que na vida de pais tudo é muito relativo e não devemos ser tão extremistas levando em consideração tudo que envolve um bebe.

  4. Gisele

    21 de janeiro de 2013 at 20:29

    Caríssimas, este post parecia estar relatando minha história com Felipe de 2 anos e 5 meses… Em um momento difícil de nossas vidas com a perca da avó materna, meu próprio marido continuou a levar nosso filho para nossa cama de madrugada e ele foi ficando, a cada mês que passava dormindo mais horas com a gente do que em seu bercinho e pasmem nós sempre adorávamos, digamos os três, eu, o papai e claro o Felipe.
    Como temos uma cama 2×2, no ínicio todos dormiamos profundamente e muito bem, mas agora que meu garotão está gigante, ás vezes incomoda um pouco, mas acreditamos ainda que não tem preço ver a tranquilidade que ele dorme ao nosso ”meio”, e principalmente quando está doentinho!!!
    Para o casamento, a situação teve que ser contornada e criamos outros jeitinhos de namorar e ter nossa privacidade…
    Acredito e comprovo que meu filho no seu dia dia se sente muito mais seguro, tivemos muito medo de estarmos errando, mas com certeza esse ato de amor e aproximação não fará mal a ele e assimm que Felipe for crescendo e adquirindo mais segurança, vamos estimular – lô a ir para seu lindo quartinho, na certeza de que se alguma coisa o incomodar, ele correrá novamente na madrugada para o aconchego da cama compartilhada conosco!!!

    1. Iza Garcia

      21 de janeiro de 2013 at 21:04

      Que bom que vc se identificou, Gisele! Acontece muito… nas melhores famílias! Risos! Relaxe e aproveite, como eu fiz! Beijos!

  5. Karla

    24 de janeiro de 2013 at 11:39

    Olá meninas!!!
    Amei esse post de cama compartilhada!!! O meu caso, foi muuuuito parecido com o da Iza!!! Era uma coisa que eu criticava muito, era super seguidora do nana nenê e da Tracy!! Rsrsrs, mas a mudança aqui para Brasilia mudou tudo!! No inicio fiquei muito confusa e muito preocupada se estava certo!! Recebi muitas criticas mas sinceramente, hoje em dia ( meu filho esta com quase 4 anos) vejo que foi a melhor e mais gostosa peça q o destino me pregou!! Rsrsrsrs
    Quanto as criticas, hj em dia eu respondo com muita segurança e eh realmente o que penso: VAI CHEGAR O DIA EM QUE NOSSOS FILHOS IRÃO VIVER SUAS VIDAS, na pre adolescência nem que nos cheguemos muito perto eles vão querer ( natural, quem de nos já nao fez isso?!? Rsrsrsrs) nao que eu ache que meu filho vai dormir comigo ate a pre adolescência!!!! concordo com a Gisele, em algum momento ele naturalmente vai pro quarto dele!! Rsrsrs
    O que quero dizer queridas eh: Vamos aproveitar nossos pequenos enquanto podemos, afinal tudo passa tao rápido né!?!? Milhões de beijocas a todas!!! ;D

    1. Iza Garcia

      24 de janeiro de 2013 at 20:42

      Amei seu recadinho, Karla! Eu sou do seu time! Educar com carinho… sem radicalismo e sem se preocupar com o que não é de fato um problema!
      Beijosss

  6. Hildi

    25 de janeiro de 2013 at 15:27

    Acho que todas tentamos nos apegar a algo, que nos conforte na hora que entramos na maternidade e é tudo muito novo!
    Mas nem tudo deve ser uma regra e acabamos cobrando muito de nós mesmas e gerando certas ansiedades desnecessárias por conta de conselhos pré-programados por este ou aquele livro.
    Já li muito sobre cama compartilhada e eu também já fui uma crítica sobre bebês dormindo com os pais, chupetas, alimentação, o que dar e o que não dar, e por aí vai… Mas, estou aprendendo por meus próprios métodos e depois que toda a insegurança do início da maternidade foi embora comecei adotar minha metodologia, by mamãe Hildi!
    O que é bom para o seu filho? Resposta: Aquilo que me deixa feliz e o que o faz feliz! Fim de papo!
    Se a Sofia quer dormir conosco, levo ela pra cama, se ela quer dormir sem cobertor, agasalho bem e deixo sem cobertor, se ela quer dormir com ar condicionado trincando deixo, se é algo que vai nos fazer dormir melhor, eu adoto qualquer solução! Esse é o fato! A Sofia aprendeu com o tempo dormir sozinha no berço, depois que eu nino ela ( eu adoro fazê-lo, pois é o tempo mais próximo e íntimo que temos durante todo o dia, já que ela fica maior parte do dia na creche). Ultimamente tenho notado que ela consegue pegar no sono sozinha dentro do berço, mas todos os dias, impreterivelmente ela bate ponto na minha cama às 6:00 da manhã, onde dou a mamadeira e ela volta dormir até umas 9:00, e eu adoro essa rotina, pois é um momento só nosso e que é super gostoso de compartilhar, mesmo que isso dure por toda vida, afinal de contas eu não vejo problema da minha filha ter 100 anos e queira dormir um pouquinho com a mamãe, porque sei que isso vai demonstrar nossa proximidade e intimidade, até porque filhos que não tem intimidade com os pais perdem a coragem de fazê-lo depois de grandes, então prefiro que minha filha faça isso sempre que lhe der vontade!

    1. Iza Garcia

      27 de janeiro de 2013 at 12:28

      Amei, Hildi! Palmas pra vc! Maternidade REAL é isso aí mesmo!

    2. Ana Paula

      10 de fevereiro de 2013 at 23:06

      =D Disse tudo Hildi!!! Minha pequena dificilmente dorme conosco mas a resposta ” Aquilo que me deixa feliz e o que o faz feliz! Fim de papo!” vale pra muitas situações onde as pessoas de fora querem dar palpites sobre a educação dos nossos filhos. Adorei!

  7. Simone

    25 de janeiro de 2013 at 23:16

    Meu filhote está com 3 anos e ainda dorme conosco papai tb não se importa acha até melhor p/ a segurança do nosso filho. passamos por uma situação de emergência no horário do sono noturno que com certeza se ele estivesse em seu quarto não o teríamos hoje conosco. Sempre fui críticada por parentes e amigos em deixar ele dormir entre eu e meu marido mas nunca ligamos, sabemos o que é melhor p/ nossa família e sabemos que estamos fazendo a coisa certa. Me vi em muitas situaçãoe que vc relatou!!!
    Amei Hildi:
    O que é bom para o seu filho? Resposta: Aquilo que me deixa feliz e o que o faz feliz! Fim de papo!
    Concordo em gênero, número e grau. Abçs

    1. Iza Garcia

      27 de janeiro de 2013 at 12:27

      É isso aí, Simone. Se faz bem para toda a sua família, siga tranquila em relação a essa decisão e aproveite! Beijos. Iza

  8. Anonima

    26 de janeiro de 2013 at 05:15

    Bom, gostaria de compartilhar minha história com vocês, mães, e quem sabe vocês repensem um pouco essa questão de compartilhar a cama com a criança sem ao menos questionar. Claro que uma vez ou outra que a criança estiver assustada ou tiver pesadelo tudo bem, mas deixar isso transcorrer de modo normal não acredito ser a forma mais saudável possível para a relação familiar. Digo pela minha própria história. Eu sempre ia para o quarto dos meus pais quando novinha, pra cama deles à noite. Fui crescendo, e apesar de durante o dia eu sempre ser muito inteligente na escola, alegre e sociável, toda noite eu tinha pesadelos terríveis, e sempre batia no quarto deles. E foi assim até a adolescência. Mas na adolescência, chegou um ponto em que eu fiquei com vergonha de mim mesma por ir dormir no quarto com eles já estando tão crescida, e me forçava a ficar no meu quarto. Mas ficava chorando, e tinha terror noturno. Às vezes, ainda gritava por minha mãe e a acordava à noite para ela ir até mim. Além disso, no final da adolescência, eu ainda me culpava por ser a responsável pela distância criada entre meus pais, porque dormi entre eles durante todos esses anos. Achava que isso tinha estragado a relação deles. Enfim, minha personalidade se formou muito dependente dos meus pais, e foi muito difícil me desapegar, mesmo quando saí de casa para fazer faculdade. Bom, achei que fosse importante compartilhar isso com todas vocês. Espero que pensem bem quem vocês querem preparar para o futuro. Um grande beijo.

    1. Iza Garcia

      27 de janeiro de 2013 at 12:26

      Obrigada pelo seu relato. Eu entendo a sua preocupação sim! É realmente uma reflexão importante… acho que enquanto bebês, os benefícios são mesmo maiores que as dificuldades com essa história. É a minha opinião. E se a criança começa a dormir no quarto em uma idade ainda DA INFâNCIA, os males que você aponta podem ser minimizados. Vou pensar nisso na hora de ser firme em ensinar minha filha a dormir no quarto dela. Obrigada pela preocupação com as outras mães que compartilham a cama com os filhos! Boa sorte! Beijos. Iza

    2. Hellen

      18 de julho de 2014 at 23:46

      Olha, acho que isso Tb depende de cada pessoa… Tem criança que já nasce com instinto mais independente… Tenho 2 filhas, a maior de 2,8 anos e a menor de 2 meses. A de 2 anos compartilhou a cama conosco desde seus 3 meses (quando viajamos no fim de ano e acabamos dormindo semanas na mesma cama, depois voltamos pra casa e acabou ficando). Hj a caminha dela fica ao lado da nossa e ela vai sozinha dormir lá… Sem ninguém falar nada… Alguns dias atrás ela pediu pra dormir no quarto dela… Assim, sem mais nem menos… Coloquei um colchão de solteiro, arrumei tudo do jeito que ela gosta e pronto… Ficou lá, sozinha, com a luz apagada e bem tranqüila…. Depois disso ela não pediu mais, nos não forçamos nada, mas sempre dizemos que lá é o “quarto das meninas” e quando elas crescerem um pouquinho mais, vão dormir as duas lá… Ela gosta da idéia e já fica pedindo pra bebe crescer logo… A bebê está na cama conosco,.. Ela é grandona e qquer coisa que a incomode ela não chora, ela grita! Já tentei deixar no bercinho, mas amamentar a noite cansa demais…me dormindo ao meu lado, ela só acorda pra mamar por volta das 5 da manhã … Mama e dorme novamente… Então optamos por deixa assim. Uma vez que a coloquei no berço, o papai mesmo ficou com dó (por causa do frio) e acabou colocando-a na cama novamente…
      Adoramos compartilhar a cama, apesar da pediatra ser contra… Mas eu vou seguindo assim até meu instinto mandar…
      Daqui a pouco volto a trabalhar e ficaremos tanto tempo longe uma da outra… Assim foi a forma que conseguimos estar mais próximos Ainda mais pq viajo as vezes e assim poderei aproveitar todo o tempo que estiver em casa…
      Não abro mão disso e já vi que minhas filhas vão saber ter o espaço delas…
      Mas foi bom ter lido seu relato, pq isso me faz pensar que será importante (daqui a um tempo) ensinarmos de fato a elas, o quanto será importante que entendam o pq de cada um ter seu quarto… Até la vamos curtindo essa delicia que é dormir juntinho…

  9. Janaina

    26 de janeiro de 2013 at 14:11

    Concordo com todas… Minha filhota está com 1ano e 8meses, nasceu prematura com 34semanas, comecei a prática da “mamãe Canguru”(ela coladinha comigo praticamente 24h por dia, só a deixava na hora de tomar banho), ela ganhou peso mto rápido e eu fiquei super feliz e satisfeita então continuei deixando-a sempre do meu ladinho, assim que ela completou 1ano eu me separei do meu ex-marido e nos apegamos ainda mais…
    Faz pouco tempo que tirei o bercinho do quarto dela e montei no meu, minha ex-sogra e minha irmã reclamaram muito,mas eu preferi assim e estamos super bem, qdo ela quer ficar no berço fica, qdo quer dormir comigo(geralmente qdo está mais friozinho) td bem tbm. Nos dois casos ela dorme super bem e eu tbm.
    Tbm acho que em um determinado momento ela vá preferir ter o cantinho dela,e ele estará lá… Mas por enquanto vms nos curtindo, brincando e cantando muito antes do soninho. Bjus…

    1. Iza Garcia

      27 de janeiro de 2013 at 12:23

      Que relato carinhoso, Janaína! Eu te entendo e faria o mesmo! Aproveite muuuuito sua pequena pertinho de você! É bom demais! Beijos. Iza

    2. Samyra

      12 de março de 2013 at 11:32

      Oi Janaína
      Fui mãe solteira durante 5 anos, sempre tive o bercinho no meu quarto e depois passei a dormir com a minha filha na mesma cama. Acontece que me casei e aí veio o problemão… Como fazer ela ir pro quarto dela… Foi mto difícil pra nós duas, mas não dava pra compartilhar cama de recém casados com uma criança de quase 6 anos que não era filha do meu marido. Montamos um quartinho lindo, explicamos que agora ela teria todo o espaço só pra ela brincar, que não precisava mais se apertar e etc. Demorou uns meses, mas ela não só entendeu, como passou pro polo oposto, nem eu pedindo pra vir dormir c a mamãe qdo eu estava sozinha ela não vinha mais (“já sou gde mãe!!”). Talvez em breve vc passe por algo semelhante, por isso estou contando como foi.
      Boa sorte pra vcs duas

      1. Iza Garcia

        12 de março de 2013 at 11:56

        Obrigada por compartilhar sua experiência conosco, Janaína!

  10. Fabiana Pelles

    6 de fevereiro de 2013 at 17:36

    Aiiii… Esse post é tudo! Me identifiquei demais! Podia ser eu mesma falando!
    E, apesar do meu marido odiar… AMO dormir com meu filhote!!!!! Aliás, me arrependo por não ter feito isso antes.
    Quando ficava no berço, João dormia até 7h, 8h da manhã no máximo! Na cama ele chega a dormir até meio dia com a gente! É maravilhoso!

    1. Iza Garcia

      7 de fevereiro de 2013 at 09:56

      Que delícia, Fabiana.
      Te ver menos cansada pode fazer com que o maridão se convença de que vale a pena deixar os filhos mais perto à noite.
      Boa sorte por aí.
      Beijos
      Iza

  11. Lena Almeida

    9 de abril de 2013 at 12:25

    Adorei o relato, pois minha finha Sarah dorme comigo desde bebezinha. O pai dela trabalha fora e vem só nos finais de semana. Ele dorme na rede ao lado da cama, e a ela comigo. Sinto que ela é muito segura de si. diz que me protege. Os chutes que ela me dar não é dessa vida. Ela disse que um dia irá dormir no quarto dela, sozinha. Meu esposo também gosta que ela fique dormindo em nossa cama, pois não nos atrapalha, temos outro cantinho para nós. Acho que realmente isso não está prejudicando minha filha, pois acho ela muito independente, decidida no que quer. Meso que já esteja com 7 anos, enquanto o pai dela não for tranferido pra cá de vez, ela continuará dormindo compartinhando nossa cama. Concordo em tudo que a Iza comentou. Nossas noites ficam mais tranquilas em saber que estão dormindo do nossao lado.

  12. Morgana

    30 de agosto de 2013 at 00:26

    meu filho, hj com 11 anos, sempre dormiu com a gente, claro que depois dos 4 anos começamos a fazer a cama ao lado. Foi ótimo, um período em que curti bastante. Fazem poucos meses que ele está dormindo em seu quarto, e foi um ciclo natural , não forçamos ele à este amadurecimento. Somos bastante apegados, tanto eu como meu marido, e agora no quarto dele ficamos contando histórias e esperando ele adormecer, e se preciso ele dorme sozinho tbm, super legal, não percebo se fez algum mal pra ele esta pratica, sinto que fez mto bem pra todos nós.

  13. Sabrina

    15 de janeiro de 2015 at 08:24

    Olá Izá, adorei seu post, muitas vezes fui questionada e criticada por deixar minha princesa de 4 aninhos dormi na minha cama. Claro que no começo da gravidez sonhamos mil e uma coisas, uma delas é nosso bebe no quartinho lindo e maravilhoso. Mas quando essas coisas maravilhosas nascem o cenário muda de fato. Existe o lado bom e o lado ruim, mas nada que um jeitinho brasileiro não resolva. rsrsrs!
    Confesso que amo ter minha princesa por perto, eu e meu marido passamos 9hrs do dia longe dela trabalhando, e quando chega a noite queremos recompensar o máximo estando do lado dela. Sentimos nossa filha mais apegada e carinhosa, e nesse caso educar fica mais fácil também.
    Pretendo aos poucos, não agora, fazer um quarto lindo, estilho princesa como ela merece, e devagarzinho conforme o ritmo dela mudar ela para o novo quarto, mas agora NÃO, hoje o objetivo é CURTIR minha pequena, por que daqui alguns dia ela já será uma mocinha, e dormir com os pais será mico, vou aproveitar enquanto posso.

    Beijos!!!

    1. Iza Garcia

      15 de janeiro de 2015 at 13:17

      Obrigada por compartilhar sua opinião e experiência com outras mães e comigo, Sabrina! Beijão

  14. Luiza

    13 de abril de 2015 at 19:32

    Olá,
    Esse post me ajudou muito! Tenho um menininho de 6 meses e ele dorme conosco. Na gravidez também pensava que ele dormiria em seu quarto, até montamos um quartinho muito bonito. Mas, quando ele nasceu, as coisas mudaram. Aos 4 dias eu passei a dormir com ele na cama auxiliar e meu marido em um colchão no chão. Aos 20 dias quando ficamos só nós 3 passamos ele pra nossa cama. Ele ficou conosco até os 2m e 4d quando fizemos uma viajem e como a cama em que dormimos era pequena ele ficou em um berçinho auxiliar. Estava indo bem, ele estava dormindo bem. Pensei que tinha conseguido colocá-lo no berço. Só que com 3m e meio, acho que foi a crise dos 3m, ele começou a dormir muito mal, acordava de mais. Tentamos trocar de berço, trocar de quarto (ele dormia em um berço desmontável no meu quarto), colocamos no quarto dele e nada. Um belo dia meu marido viajou e eu o coloquei para dormir comigo. Ele voltou a dormir bem e está conosco até hoje, e vai ficar assim. Recebo muitas críticas mas com os relatos de vocês que já praticam a cana compartilhada a mais tempo e com os bons resultados que tiveram me sinto mais fortalecida para continuar firme. Obrigada pelos relatos de vocês!

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