A internet é um espaço de pesquisa, de brincadeira, de contato ao qual crianças têm acesso cada vez com menos idade.

A navegação exige, no entanto, alguns cuidados. No espaço virtual, os principais perigos são roubo de dados e práticas como o grooming (quando uma pessoa usa informações fornecidas em redes sociais ou em bate-papo, por exemplo, para convencer a outra a fazer alguma coisa fora da internet), diz Anna Flora Werneck, coordenadora de projeto da Childhood (fundada pela Rainha Silvia, da Suécia).

A instituição, que trabalha na defesa de direitos de crianças, possui uma cartilha com orientações de como tornar o uso da internet mais seguro.

Veja conselhos da Childhood e da SaferNet, outra insituição especializada no assunto.

Para acesso a cartilha completa da Childhood, clique aqui. E para o material da SaferNet Brasil, clique aqui.

DICAS para crianças e adolescentes:
* Não divulgue dados pessoais.
* Cuidado ao falar com estranhos.
* Feche as páginas que não estão relacionadas ao assunto esperado para evitar constrangimento.
* Não aceite convites para encontrar alguém que conheceu na internet. Se de fato quiser conhecê-la, converse primeiro com seus pais ou responsáveis para que o acompanhem.
* Se alguém não o deixou à vontade ou fez algo que o incomodou, diga para parar. Não tenha medo dizer não, mesmo que seja para uma pessoa conhecida.
* Incentive seus pais e responsáveis a acompanhá-lo no acesso à internet. Você pode, inclusive, ensinar muito sobre a rede para eles.
* Sempre que ver alguma coisa errada, denuncie por meio do site www.denuncie.org.br. A Internet não é “terra sem lei”. Apesar da sensação de anonimato, quem praticar crime por meio dela pode ser identificado e punido.

DICAS para os adultos:
* Limite o tempo de utilização da internet pelas crianças e adolescentes.
* Saiba por quais sites eles navegam e que comunidades virtuais integram.
* Peça para ler o que eles divulgam em seus blogs, comunidades e salas de bate-papo.
* Instrua-os a não divulgar dados pessoais, como nome, endereço, telefone, fotografias, escola e e-mail em locais públicos da internet.
* Mantenha o computador numa área comum da casa e com a tela visível.
* Coloque-se sempre à disposição para ajudar caso eles se sintam em perigo, mesmo se não dominar a tecnologia.
* Opte por programas que filtram e bloqueiam sites. Pesquise para encontrar um que se ajuste às regras previamente estabelecidas e acordadas com seus filhos.
* Os programas ajudam, mas nunca podem substituir o acompanhamento dos pais. Diálogo e confiança ainda são as melhores tecnologias de segurança!
* Se surgirem dúvidas, verifique! Não ignore qualquer sensação de insegurança. Prevenir nunca é demais!
* Sempre que ver alguma coisa errada, denuncie por meio do site www.denuncie.org.br.

FONTE: Folhinha

Autoria de Iza Garcia

“Já quis ser ‘médica de criança’, pipoqueira e costureira. Cursei inglês, italiano, castelhano, mas só falo português. Fiz Direito e Ciência Política, e curto ser blogueira. Desde 11/10/2010 sou “MÃE DA BRUNA” e realizada ao descobrir algo p/ ser a vida inteira”.