Para Mamães Gestantes, Superinteressante

Projeto Prevue: cinta com ultrassom 3D

Acabo de conhecer, no Blog Tips For Mommy (que tem dicas ótimas!), um produto INCRÍVEL! 
Trata-se de uma cinta com ultrassom 3D para gestantes, fruto do PreVue, que é um projeto idealizado pelo designer Melody Shiue, para dar a oportunidade das famílias acompanharem o desenvolvimento do bebê, visualmente, já que, ao ser usado no abdômen das gestantes, o acessório permite que tanto a mãe, quanto outras pessoas, vejam e tenham um contato maior/”melhor” com o bebê, através de um display.

O produto ainda é um conceito, longe da realidade, mas quando estiver pronto, pretende “expandir a ligação materno-fetal” (oi?!)
Confesso que apesar de ter achado interessante à primeira vista, estou em dúvida sobre a minha própria opinião sobre esse produto. Quando eu estava grávida, me lembro de me sentir muito curiosa para ver e ouvir minha bebê nos exames mensais… eu também confesso que AMO tecnologias que facilitam a vida e otimizam o tempo que, hoje, se tornou algo tão raro e precioso.
Mas, ao mesmo tempo,  eu sou resistente a tecnologias que invadem demais a privacidade das famílias ou aceleram, de alguma forma, o processo natural de desenvolvimento das crianças… e, nesse contexto, acho que acho meio bizarro ficar olhando, o tempo todo, um bebê que ainda não está completamente formado.
Me lembro, por exemplo, que durante a minha gestação, levei uma bronca de uma médico quando manifestei desejo de fazer a ultrassonografia 3D antes do prazo sugerido. Ele me disse, com todas as letras: “sua bebê ainda não está completamente formada… você quer mesmo se assustar com a imagem dela?!”
E lembrando isso, acredito que, no mínimo, um acessório como esse, usado por mãe de primeira viagem, naturalmente preocupada, vai trazer uma série de questionamentos e preocupações sobre a possibilidade da criança não estar se desenvolvendo normalmente.

  1. Fernanda Rocha

    21 de dezembro de 2011 at 17:39

    Iza, eu concordo… Não sei se este excesso de tecnologia em determinados momentos não interferem nas relações humanas.

  2. Fernanda Rocha

    21 de dezembro de 2011 at 17:40

    As vezes me questiono até que ponto este excesso de tecnologia não prejudica as relações humanas… Não sei se teria algo assim!

  3. Nice

    28 de novembro de 2012 at 19:50

    A primeira vista a ideia pode até parecer legal, mas se a gente for pensar mesmo nos assunto ela é bizarra! Seria muito triste se a mãe precisasse ficar vendo o bebê pelo ultrassom o tempo todo pra ter uma melhor/maior ligação com o bebê! Essa ligação não deve vir pela imagem! Quer dizer que nossas mães e avós, se não fizeram ultrassom, não tiveram essa ligação com seus bebês? Talvez a ligação sem o ultrassom seja até mais forte, porque é preciso buscar outras formas de conexão que não dependam da tecnologia!

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