O título do livro que estou lendo atualmente lembra o famoso “Falar é fácil, difícil é fazer“.

Comprei porque, como toda mãe de primeira viagem, vivo me surpreendendo e me decepcinando com tudo que eu jurava que não faria ou que faria com certeza quando fosse mãe… e que hoje, na prática, não consigo evitar ou fazer como a teoria “mandava”. 

 

Eu planejei ensinar a Bruna dormir no berço desde os primeiros dias e a partir dos 6 meses, quando os dentes começaram e nunca mais pararam de incomodá-la, ela passou a dormir na minha cama até o dia que ela não quiser mais. Eu fiz curso, comprei livros e consultei uma nutricionista materno-infantil para iniciar a alimentação sólida mais saudável possível, e hoje comemoro quando a Bruna come um pedaço de pão francês, já que ela odeia mastigar e, com 1 ano, ainda não come um prato de papinha… 

(… tenho outros muitos exemplos, mas páro por aqui, se não começo a chorar…)
No prefácio do livro diz, “Nossa esperança é sermos capazes de criar ótimos filhos e de nos sentirmos felizes enquanto fazemos isso, o que exige falar sobre o lado bom e o lado ruim da maternidade. Se formos sinceras, talvez nos livremos da idéia de que podemos e devemos fazer tudo. E, se conseguirmos deixar essa fixação de lado, talvez sejamos capazes controlar nossas expectativas insanas.”



E o bacana é que esse livro resume a sensação que muitas mães experimentam de vez em quando: a maternidade é um “pouquinho” mais complicada do que elas imaginavam.



Munidas de uma grande dose de bom humor, as autoras, pressionadas pela culpa de não se sentiram tão boas mães como gostariam, levantam uma série de questões que assolam as mães modernas, em sua maioria desesperadas para cumprir suas 1.001 funções com perfeição. 
O livro promete convencer as leitoras de que é possível lidar de modo sensato e equilibrado com os conflitos gerados pela mania de querer ser “uma mãe perfeita” e aprender a amar a maternidade tanto quanto você ama seus filhos.


Para tanto, as autoras reuniram depoimentos significativos, soluções fornecidas pelas entrevistadas, “segredinhos inconfessáveis” e até o ponto de vista de alguns homens. 
Vamos reescrever nossas próprias “regras” da maternidade?

Autoria de Dhemes Andersen